Volta para o resumo do domingo, dia 9 de abril
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Nossa próxima parada seria a Cripta Balbi. Mas para chegarmos lá, tínhamos que pegar o ônibus 118:
Enquanto esperávamos no ponto pudemos presenciar um desses melodramas da vida cotidiana: quatro turistas, todas mulheres, duas já maduras, duas adolescentes, estavam por lá também tentando decidir se aquele ônibus era o certo para elas. Enquanto as duas mulheres mais velhas discutiam com o mapa em punho e não conseguiam chegar num acordo, eu vi uma das jovens dar uma pancada com a mão na outra, não consegui entender o porquê. Felizmente o grupo terminou indo pegar o ônibus do outro lado da rua.
Bem, mas voltando à cripta:
Bem, mas voltando à cripta:
Cripta é mais uma das palavras que vimos que têm significados diferentes. Achei que seria um lugar cheio de caveiras, não tinha nenhuma, felizmente. Era um museu que se dedica mais ao período da Idade Média. Foi um pouco menos interessante para nós, pois preferimos os tempos da república e do império.
Ah, no caminho vimos uma bandeira do Brasil num dos prédios:
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